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Bessa vê Romário Policarpo como fator decisivo na disputa pela presidência da Câmara

Bessa vê Romário Policarpo como fator decisivo na disputa pela presidência da Câmara
Vereador Wellington Bessa e Romário Policarpo - (Foto: Reprodução)

Líder do governo afirma que futuro presidente precisará conversar com Policarpo e com o Paço

O líder do prefeito Sandro Mabel (UB) na Câmara de Goiânia, vereador Wellington Bessa (DC), afirmou que a sucessão da presidência da Casa passará, inevitavelmente, pelo diálogo com o atual presidente, Romário Policarpo (PRD), que está em seu último mandato à frente do Legislativo municipal. Em entrevista ao Domingos Conversa, apresentado pelo jornalista Domingos Ketelbey, nesta segunda-feira (23/2) Bessa evitou cravar nomes, mas indicou que a articulação para o próximo comando da Câmara dependerá de entendimento político.

“Eu acho que o diálogo é muito importante. Com o presidente da Câmara, com o prefeito de Goiânia. São diálogos essenciais”, declarou.

A eleição para a próxima Mesa Diretora deve ganhar força ao longo do ano, já que Policarpo não poderá disputar nova recondução. Nos bastidores, nomes como Ronilson Reis (Solidariedade), Henrique Alves (MDB) e Thialu Guiotti (Avante) já circulam como possíveis interessados.

Questionado se o futuro da Câmara passa necessariamente por Romário, Bessa reconheceu o peso político do atual presidente. “O Romário tem uma capacidade de aglutinar muito grande. Ele construiu respeito entre os pares. É essencial que haja essa conversa, esse diálogo, para que a gente tenha tranquilidade e continuidade no trabalho da Casa.”

O líder do governo também rejeitou a tese de que a sucessão signifique submissão ao Executivo. “Não é relação de submissão. É relação de diálogo. A Câmara é independente, mas precisa de estabilidade institucional.”