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Daniel Vilela e Caiado reconhecem vitória de Lula e cobram mudanças na gestão

Daniel Vilela e Ronaldo Caiado defendem a pacificação política no país
Daniel Vilela e Ronaldo Caiado defendem a pacificação política no país - (Foto: Reprodução)

Governador reconhece resultado das urnas, cobra responsabilidade fiscal e respeito aos estados

O governador reeleito Daniel Vilela (MDB) afirmou esperar que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) adote uma condução diferente no novo mandato, com responsabilidade fiscal, mudanças na política econômica e respeito aos estados, independentemente de alinhamentos políticos. A declaração foi feita neste domingo (25/10), em entrevista coletiva no Palácio das Esmeraldas, em Goiânia, após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmar a reeleição do petista.

Daniel reconheceu a decisão dos eleitores, mas defendeu mudanças na gestão federal. “O que nós queremos é que tenhamos um governo diferente, e que ele possa ser a mudança que nós defendemos na eleição. Que ele possa mudar inclusive em relação ao seu próprio governo, ao seu primeiro governo”, afirmou.

O governador também pediu que o Planalto não retalie estados governados por adversários políticos e defendeu a formação de uma gestão de coalizão. Entre os desafios do próximo mandato, citou a situação econômica do país e a necessidade de responsabilidade fiscal.

Daniel lembrou que apoiou Ronaldo Caiado (PSD) no primeiro turno e Flávio Bolsonaro (PL) no segundo, mas afirmou que a vontade popular deve ser respeitada.

Caiado também reconheceu o resultado e defendeu a pacificação política. Acompanhado de Daniel, da senadora eleita Gracinha Caiado (União Brasil) e do prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (União Brasil), o ex-governador afirmou que respeitar a decisão das urnas é uma característica de seu grupo político.

“Democratas como somos, temos que reconhecer o resultado das urnas, a vontade do povo brasileiro”, disse e acrescentou: “Espero seriedade e que a responsabilidade fiscal seja referência desse futuro governo. Que leve o combate ao crime e à corrupção como prioridades”.