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Governo destrava construção do novo prédio do semiaberto de Aparecida de Goiânia

Definição ocorreu após reunião na sede da CODEGO nesta quarta-feira com o MP-GO, DGAP, Goinfra, Prefeitura de Aparecida de Goiânia, ACIAG e o consórcio responsável pela construção do CEM

O Governo de Goiás, por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (CODEGO), definiu que construirá um novo prédio para a Colônia Agroindustrial do Regime Semiaberto de Aparecida de Goiânia até outubro deste ano. Situação que se arrastava por anos e que foi alvo de ações do Ministério Público de Goiás (MP-GO) finalmente teve uma solução.

A data da construção foi acordada nesta quarta-feira (15), na sede da CODEGO, após reunião com o promotor de Justiça Marcelo Celestino, que se comprometeu a estender o prazo de cumprimento ao termo de ajustamento de conduta (TAC) – firmado em 2018 e que se encerraria em fevereiro deste ano, até 2021.

A definição ocorreu também em consonância também com o diretor-geral de Administração Penitenciária (DGAP), Coronel Wellington Urzêda, com o atual presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) e ex-presidente da CODEGO, Pedro Sales, com a Prefeitura de Aparecida de Goiânia, com a Associação Comercial e Industrial de Aparecida de Goiânia (ACIAG) e com representantes do consórcio responsável pela construção do Complexo Empresarial Metropolitano Norberto José Teixeira (CEM), em área da CODEGO, na região metropolitana da capital, onde será construído o novo presídio com 312 vagas.

A regularização de toda a documentação ficará a cargo da Companhia, inclusive as ações internas necessárias no contrato de parceria imobiliária do CEM para contemplar a área do semiaberto, em terreno indicado pela DGAP, será concluída dentro de 30 dias.

O consórcio do CEM, por sua vez, se comprometeu a apresentar o projeto urbanístico e os complementares com a infraestrutura básica até a próxima segunda-feira (20) e, 30 dias depois, os projetos topográfico e de engenharia do semiaberto serão enviados. O consórcio, então, contratará uma empresa para executar a obra, que deverá ser iniciada em, no máximo, 150 dias.

Os secretários municipais da Fazenda e de Articulação Política, André Rosa e Tatá Teixeira, se comprometeram a marcar uma reunião com a equipe técnica em caráter de urgência.