
Senador ainda é desconhecido por mais da metade do eleitorado; entre os que o conhecem, rejeição supera o potencial de voto
Em terceiro lugar na disputa pelo governo de Goiás, Wilder Morais (PL) lida com um cenário complexo a ser resolvido há 9 dias do primeiro turno das eleições. De acordo com a pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (24/9) pela TV Anhanguera, o senador tem dificuldade de se tornar conhecido, mas é rejeitado na medida que o eleitor passa a conhecê-lo.
Dos entrevistados, 28% afirmam que conhecem e não votam em Wilder. Aqueles que o conhecem e avaliam votar nele chegam a 20%. E a maioria do eleitorado, de 52%, não conhece o senador.
Em agosto, no levantamento anterior divulgado pela Quaest, Wilder era rejeitado por 22%, tinha o mesmo percentual de potencial de voto (22%) e nível de desconhecimento de 56%. Antes, em julho, 62% não o conheciam, 21% rejeitavam e 17% que avaliavam votar nele.
Desde a Quaest de julho, Wilder conseguiu diminuir seu desconhecimento junto ao eleitorado em 10 pontos, mas viu sua rejeição avançar quase na mesma proporção (7 pontos), de 21% para 28%. Já seu potencial de voto, que chegou a 22% no final de agosto, nessa rodada recuou para 20%.
Estimulada
O governador e candidato à reeleição Daniel Vilela (MDB) lidera a disputa ao governo com 42% das intenções de voto. Marconi Perillo (PSDB) tem 19% e está tecnicamente empatado com Wilder Morais, que soma 15%. Luís Cesar Bueno (PT) tem 5%, Luciana Amorim (UP), 2%, e Danilo Silva (PCO), 1%. Brancos e nulos são 6% e eleitores indecisos, 10%.
A pesquisa Quaest/TV Anhanguera ouviu 804 eleitores de Goiás entre os dias 20 e 23 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Já o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral com os protocolos GO-01667/2026 e BR-03864/2026.


























