
Em 2025, o prefeito Sandro Mabel destinou 25,31% do orçamento à educação, com R$ 1,7 bilhão aplicados na folha de pagamento
O secretário-executivo da Secretaria Municipal de Educação (SME), Jaime Ricardo Ferreira, enumerou nesta quinta-feira (7/5), durante coletiva de imprensa, os avanços da educação sob a gestão do prefeito Sandro Mabel (UB). Ele defendeu o diálogo com a categoria que deflagrou paralisação e o cumprimento do piso salarial nacional, mas alertou para os impactos na aprendizagem das crianças.
“Em 2025 foram pagos [piso e data-base], e este ano já está sendo estabelecido o projeto de lei do piso, que já vai para a Câmara. Em relação à data base, também já vai para a Câmara”, informou.
No ano passado, a prefeitura destinou 25,31% do orçamento à educação, acima do mínimo constitucional de 25%, com R$ 1,7 bilhão aplicados na folha de pagamento. Também foi garantido o pagamento do piso salarial nacional dos professores e a data-base dos servidores administrativos. Além disso, Mabel encaminhou R$ 222 milhões diretamente às unidades escolares, adquiriu lousas eletrônicas para todas elas e concedeu auxílio de R$ 850 aos administrativos em julho, totalizando R$ 5,2 milhões.
O secretário-executivo enfatizou que a pasta está disponível para o diálogo com a categoria, com objetivo de sanar o problema e evitar que os alunos sejam prejudicados.
“A SME está aberta ao diálogo, buscando caminhos para que as nossas crianças tenham a escola que elas precisam. Esses desafios são compatibilizar as demandas que nós falamos relacionadas à aprendizagem, ao cuidado com as crianças, à manutenção das unidades escolares e também com a valorização dos servidores municipais, professores e administrativos”, pontuou Jaime. “O prefeito Sandro Mabel está sensível às demandas da categoria”, concluiu.
Sobre o plano de carreira dos servidores, Jaime detalhou que o avanço depende de estudos e de avaliação da viabilidade financeira e orçamentária da prefeitura.
Segundo a administração, serão adotadas todas as medidas administrativas e jurídicas necessárias para garantir a continuidade do atendimento aos estudantes e reduzir os impactos da paralisação.
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